Quarta-feira, Outubro 07, 2009

Espreme e sai sangue



Alguma coisa de errado tem com a sociedade! A partir do momento em que um jornal vende, porque vende tragédia, que esperança podemos guardar?

Ele abriu o jornal, leu as manchetes, buscou os acidentes, buscou as mortes, viu sobre a menina jogada no meio da rua, leu sobre a infante, recém estuprada, que sofreu um aborto, leu sobre os líderes do seu país, corruptos e farsantes e sem parar e sem nenhuma expressão, continuou a folhear; folheia notícias inúteis - novas tecnologias, sucessos de carreira, novas instituições de caridade - e pára para prestar atenção no caderno de esportes.

Lê sobre a torcida que tacou pedra no ônibus, do jogador que levou uma rasteira e deslocou o joelho. Finalmente lê sobre o seu time, que perdeu, e comemora a derrota com um palavrão e um soco na parede.

Passa para o caderno erótico, talvez vá se satisfazer, olhando as fotos de alguma garota perdida. No corredor ouve os passos da mulher, fecha o zíper, fecha o jornal, vê algo escorrendo. Espreme, sai sangue.

Ela estava voltando do curso, viu uma pessoa, uma mulher, se jogando de um prédio. Silencia-se por ela, reza por ela e derrama lágrimas por ela, sempre percebendo a semelhança com a recém falecida e seu reflexo no espelho. Descobre que talvez devesse estar feliz por estar viva, mas passa o dia revendo a cena em sua cabeça, lamentando por ela, lamentando por si mesma. Temendo por si mesma.

Na noite, pede a companhia de um amigo para ir numa festa, no Leblon. Chegou, dançou, bebeu um drink inventado - não gostou - e ruim. Pegou a garrafa de licor de menta, puro, na cozinha, deixou pelo menos parte de seu corpo atordoado, - a mente - era agradável. Então dançou com mais força, com mais energia, e se perdia no movimento, se perdia na batida, na melodia.

Perdeu-se também, nos lábios do garoto de cabelo vermelho, e depois, também, nos lábios da amiga dele; depois nos lábios de um ex-ficante, e depois nos braços dos quase-namorados, aquele casal de cabelo preto, dele, curto, dela, com franja, e aquela blusa do Jack Daniels. A dormência vai esvaindo e quando o efeito da bebida passou, ela precisou de alguém para desabafar.

Chamou todos os lábios e pediu por seus ouvidos. Contou sobre o anjo caído da manhã (que agora parecia tão distante). Dos comentários seguidos, apenas um ecoou em seus ouvidos. O garoto ficou exaltado, quase entusiasmado, seus olhos brilharam enquanto ele perguntava como havia sido e se vira muito sangue.

Virando para o garoto ela falou que sim, tinha visto muito sangue. E enquanto dizia isso, pensava que era muito triste tudo aquilo, porque provavelmente, ninguém nunca iria se importar com os motivos que fizeram aquele anjo tombar de um prédio. Talvez ninguém fosse se importar, também, quando seus motivos fossem o bastante para se jogar de um prédio. Tentou contar e perceber se já era o bastante.

Todos se calaram, mas o garoto absurdo ainda ria, e ela se despediu dele derramando uma última lágrima de sangue pela esperança perdida na sociedade.

Rebecca Isnard

# Rabiscado por Becca Isnard # às 10:55 PM # __ Comentários: __

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Terça-feira, Agosto 04, 2009

Veneno Escorre


Deixei-me contagiar por teu veneno tempo demais. Nem um pouco digno de mim, deixar escorrer em meus lábios o mesmo veneno que provei em teus. Não vou mais me rebaixar a algo pútrido como tu. Sou melhor, sou superior a ti e vôo alto enquanto tu rastejas.

Podes agarrá-lo e tentar mantê-lo para ti, mas não te enganes. NUNCA permitirei que o arraste contigo, não para tão baixo como é o inferno em que tu vives. Ti, tenho em mim com pena. Pena de tudo de bom que passa ao teu lado e não percebes; pena de tudo que tenta arrastar contigo e te foge. Pena de ti, pelo que te vês obrigada a fazer para te sentires feliz. Pena do nojo que eu e sei de mais vários, sentimos ao olhar para a tragédia que é tua existência.

E podes ser a cobra que desejar, sempre vai ter um veneno correndo em ti, escorrendo de tuas presas. Podes até escolher fingir ser algo que não cobra, e ainda assim poderei sentir o azedume se provar de teu beijo.
E posso provar de teu beijo, pois não fazes questão de reservá-lo a ninguém. E é por isso também que não recebestes asas, coitada. Continuará sendo cobra, continuará sendo venenosa. Enquanto eu vôo linda, borboleta, livre.

Continua rastejando atrás de minha felicidade e da felicidade de outros, torço para que aprendas que felicidade vinda da quebra do coração de um, nunca será verdadeiramente tua. Experimenta-a pelo segundo que pensa que te pertence, porque irá se esvair e tu irás voltar a rastejar, e desta vez, não terá felicidade sendo perseguida, pois irás rastejar em fuga, fugindo do buraco negro que tuas ações criam em tua vida.

Rebecca Isnard
(04-08-2009)

# Rabiscado por Becca Isnard # às 11:41 PM # __ Comentários: __

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Quinta-feira, Julho 02, 2009

Perdi noção de quando comecei a esconder minhas cicatrizes.
Perdi noção da época em que não me importava de mostrá-las.

De onde vim, o que já aconteceu comigo... É irracional. Escondo cicatrizes que são parte de mim, meu passado encrustado em minha pele, se espalha, piora, melhora. Dói. Mas agora quase ninguém as conhece. Porque olhos me incomodam.

Porque nós devemos ter vergonha de marcas. Mas de que tipo de marcas? Um adúltero é visto como qualquer outro. Não tem marca em seu corpo que conte sua história, não tem porque ser julgado, repudiado. Um pedófilo não tem marca. Ou se eu matei alguém, roubei algo, se eu menti, se fui causa de sofrimento, fui vil, inescrupulosa e nojenta. Quem não me conhece não me julga, não me olha, não se enoja. Claro, se eu não tivesse marcas.

Mas eu as tenho, e eu sei que houve uma época em que não me importava de deixá-las à vista. Abra seus olhos olhe em volta e seja feliz. Talvez não fossem tão significantes, ou tão dolorosas. Mas andava livre, era julgada, era dissecada em olhos de estranhos, de conhecidos, de familiares. Então põe o véu sobre os olhos e esconde as lágrimas. Ninguém precisa saber que você chorou, ou que cometeu um adultério, um assassinato, ou que sofreu. Que sofreu na carne, e nunca desapareceu, mas pelo contrário, se estabeleceu e ficou.

Desde quando a dor de ser vista é tão grande. Sinto olhos em mim e me sinto nua. Roupas não são o suficientes. Não me julgam por nada, mas me julgam por qualquer coisa...aparente. Malditos olhos.


*TEXTO AMADOR INTERROMPIDO POR UM MOSQUITO DE OITO PERNAS ><*


# Rabiscado por Becca Isnard # às 3:51 AM # __ Comentários: __

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Quarta-feira, Julho 01, 2009

"Hoje eu vi a mulher mais linda que os meus olhos já encontraram."
# Rabiscado por Becca Isnard # às 6:52 PM # __ Comentários: __

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Domingo, Junho 07, 2009

Sonho um, vivo o outro, e não mais sei qual é a realidade.

Troco dias por noites, e tardes por noites, faço um dia em mais horas, ou menos.

Não mais me guio pelo sol e nem sequer sinto quando este nasce, embora esteja sempre de olhos abertos.

Não me guio pelo sol e nem sequer sinto quando este nasce, mas sempre que procuro, vejo a Lua.

Perdida entre sonhos e realidade, não sei viver meus dias sem querer chorar um pouco. Odeio olhar para trás e não enxergar

nada. Odeio olhar para frente e não ver o horizonte.

Gosto da luz, mas a luz me cega. Não olho o claro sem ficar tonta de dor, e a falta do claro, me trás às trevas.


Meu mundo agora está sombrio, e o único momento de luz é quando volto para casa, na matina, amanhecendo, sem sol.
No meu mundo lilás e roxo, não tem janelas.

Alguém me diz o que fazer para me livrar das trevas sem que a luz me cegue?
Alguém esteja do meu lado para saber o suficiente e me dizer o que é sonho e o que é a minha vida!
# Rabiscado por Becca Isnard # às 8:27 AM # __ Comentários: __

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Quarta-feira, Junho 03, 2009

Anestesia


Porque existe apenas tanto de traumas que uma única vida pode viver; depois apenas tanto que pode sobreviver; e depois de tanto, se anestesiar.

Ela, um dia, foi uma menina feliz.

Tinha mania de se debruçar na janela de casa e observar outros passarem. E cada um que passava tinha sua vida reinventada, porque a menina imaginava de sua cor preferida, à pessoa que mais amava. E tinha mania de observar também as pessoas que conhecia. Sabia de sua cor preferida, até o segredo que mantinha. E sabia porque sim. Não porque procurava saber, mas porque tudo era conhecido e cliclê, tudo era esperado, e quando o que acontecia não era esperado, o resultado já conhecia. Por isso não sentia-se triste. A tristeza de ontem, será a tristeza possível para sempre. Anestesia.

E um dia a perguntaram se não sentia raiva. Disseram-lhe que deveria sentir raiva, porque raiva acumulada faria-lhe mal no futuro, mas a garota não sabia o que sentir. E não sabia o que era raiva. E quando explicaram o significado de tal sentimento, a menina disse "Mas por que perder tempo com isso? Não mudaria nada se eu sentise raiva de quem me arranca a vida. E toda situação em que me encontro, sou responsável por ela. Não é como se já não esperasse. Me ponho vulnerável, porque sim. Vou esperar sempre o pior de todos, para em que no dia em que tiverem que me surpreender, que me surpreendam com o bem. Sem a luz e a escuridão, ninguém vê e ninguém é cego. Se vivo aqui, não sinto." Anestesia.

E de tal forma a menina se anestesiou, que existia sem vida. Não era feliz, porque não sabia o que era felicidade. Não era raivosa, porque não sabia o que era raiva. E porque não precisava entender a tristeza para sentí-la, de vez em quando, mas somente de vez em quando, sentia-se triste.
(03-06-2009)




# Rabiscado por Becca Isnard # às 7:35 AM # __ Comentários: __

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Terça-feira, Maio 12, 2009

Beco


Boas lembranças do passado me fazem triste. Não consigo simplesmente sorrir quando lembro de momentos felizes que tive. Um ex namorado, um primeiro amor, conhecer uma outra família, me sentir parte, botar a irmã de alguém importante para você na cama, e sussurrar desejos de boa noite à uma estranha.
Não consigo sorrir desses dias, sem me sentir triste ou sem ter lágrimas em meus olhos. Porque todos os meus momentos de alegria, me lembram de quão miserável me sinto agora.

E desses momentos miseráveis, não sei causas, razões, motivos, não tenho "porquês". E sem os "porquês" não enxergo soluções, tenho meus amigos, a minha família, um pouco menos problemática do que sempre, ou talvez mais problemática do sempre, mas tenho minha família. Tenho meu passado, e meu não cativante futuro. Também tenho meu presente, mesmo que nesse presente, não tenha nada. E tenha tudo.

E o porquê é a maior pergunta, e é uma de muitas não respondidas. Estou falando coisas sem sentido de novo. Chego em um ponto em que palavras não mais me satisfazem, poir por elas não consigo me expressar... Dor, angústia, desespero, insatisfação, confusão, desnorteamento, nenhuma dessas atinge meus sentimentos, nenhuma delas significa o que quero dizer e o que sinto. Um momento em que palavras e rabiscos, e gritos e súplicas, e atos não são o bastante. Algo dentro de mim que quer explodir, mas está enjaulado. E a humanidade não desenvolveu meios de libertar.

Está tudo bom, ótimo na verdade. Tenho minha família, meus amigos, meus interesses, minha faculdade começando no próximo semestre, um futuro promissor e... Não está nada bem. E simplesmente sem causa.
(12-05-2009)


# Rabiscado por Becca Isnard # às 10:07 PM # __ Comentários: __

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Domingo, Maio 03, 2009

Teia


Já faz um tempo que não escrevo. Parece que sempre que tenho algo à contar são baboseiras e idealismos e eu estou meio cansada de contos de fada, mas ao mesmo tempo, não tenho interesse algum, ou motivação para a realidade.

Passam dias e dias e eu não faço nada, então decido atender àlguma das chamadas para sair de meus amigos, e me divirto por um tempo e o tempo passa e então chega a hora de ir embora.

Arruma as coisas, pega um ônibus, vai para casa, entra no computador, toma litros de água, fuma mais cigarros do que acha aturável, e tem vontade de chorar de novo. E se acha fraca por isso, pois nem ao menos sabe os motivos dessa sua angústia. Porque não existe um motivo específico para sua dor. E é dor. Dor em que cada milímetro de seu corpo dói e procurando não se vê ferimento. Um veneno correndo por dentro de suas veias, contaminando matéria e a matando aos poucos. É cruel na verdade. Porque a vida, fora seus poucos momentos de proveito, é insuportável, mesmo sem ter razão aparente para ser insuportável.

E vem um estranho simpático querer tratar de seus problemas, porque ele já estudou o assunto e a reação "normal" do ser humano à sobrevivência. Ela fala, fala, fala, e a solução é sugerida. Ritalina, Sertralina, ou quem sabe uma dose mais alta. E quando cada uma das soluções é testada, ela se vê cada vez mais encurralada em sua teia de convicções, e loucuras, e moral, contos de fada, angústias, dor... E ela sabe que é forte para sobreviver à realidade, e a conhece da gênese ao apocalipse, mas não tem vontade de sobreviver a ela. Porque a vida é cruel, e fora seus poucos momentos de proveito, é insuportável, mesmo que eu não consiga enxergar razão aparente para ser insuportável.

# Rabiscado por Becca Isnard # às 9:08 PM # __ Comentários: __

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Terça-feira, Abril 28, 2009

Tendo problemas com a aparência da fonte do blog =/

Vou acabar desistindo, apesar de gostar do firefox ele não visualiza minha fonte direito Y_Y
# Rabiscado por Becca Isnard # às 8:44 PM # __ Comentários: __

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Quinta-feira, Abril 02, 2009

Affff maria, tive problema com a internet nos últimos dias, desesperei legal, o 3º técnico conseguiu arrumar... HOJE, agora -_-'

O meu curso técnico passou para o dreamweaver, o que me deixa mto mais feliz do que com o flash^^

Hoje é anviersário da Bela e vou encontrá-la agora^^

parabéns BB, ^^
Bjos
# Rabiscado por Becca Isnard # às 4:55 PM # __ Comentários: __

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Sábado, Março 14, 2009

14/03/2009


Se eu penso nos dois extremos do planeta, não consigo evitar a comparação com as pessoas. Primavera para uns e outono para outros e não distantes, mas totalmente relacionados.

O amor de uns, sendo amor, é lindo, e o que é lindo, é lindo para todos. Mas não é por ser lindo que necessariamente deixa de ser doloroso, pois não podemos perder a esperança de que quando pétalas caírem no outro extremo da Terra, flores jamais vistas tão belas florecerão ao nosso lado.

E não é que o ser humano seja egoísta, apesar de sermos. A palavra é sobrevivência, a palavra que comanda toda a natureza.

Queremos poder sobreviver à nossa vida da forma melhor o possível. E quando o nosso viver é este, sempre vai haver alguém que não está tão bem. E aqui, não conseguimos um equilíbrio nunca, agora sim, porque o ser humano é egoísta.

Inverno, verão, outono, primaveira...

Pelo menos podemos sempre ter esperanças e desilusões: as estaçõe vão continuar passando. As estações sempre mudam.

(14-03-2009)

# Rabiscado por Becca Isnard # às 12:45 AM # __ Comentários: __

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Quinta-feira, Março 12, 2009

Agora lembrei...
A última vez que sorri verdadeiramente faz pouco tempo...

Eu estava sozinha.

E quando falo sozinha, é completamente sozinha.
# Rabiscado por Becca Isnard # às 2:52 AM # __ Comentários: __

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Em uma viagem ao passado via acontecimentos antes esquecidos.
As fotos mostravam sempre uma garotinha sorrindo e nunca sorrindo.

Não lembro da última vez em que sorri completa e verdadeira.
# Rabiscado por Becca Isnard # às 1:08 AM # __ Comentários: __

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Em momentos comuns, nada me satisfaz, mas nesse mesmo momento, nada desejo.

Não é que esteja tudo certo, não é que eu esteja bem, não é que não tenha jeito de melhorar. Sempre tem jeito, para o bem ou para o mal. Mas simplesmente não quero mais gastar energia com o querer algo. É o ponto mais doloroso de ser humano, desejar.

Deseja-se a carne, deseja-se dinheiro, deseja-se perfeição e deseja-se tudo diferente o tempo inteiro.

Foda-se o desejar.
Se me perguntar, faz um bom tempo que não desejo nada...
# Rabiscado por Becca Isnard # às 1:06 AM # __ Comentários: __

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Todos os dias nós procuramos algo diferente de todos, ou algo exatamente igual a todos.

Muitos apenas querem fazer parte, outros querem fazer menos parte o possível. Mas não existe solução para o mesmo sangue e a mesma genética.

Então criamos nossas diferenças e aos olhos dos outros, queremos ser iguais a alguém, sempre. Ou queremos bancar o diferente, junto a alguém. Mas nunca passa pela cabeça de ninguém que se temos que ser iguais, sejamos então iguais a uma minoria.

Prefiro que me julguem errado sem me conhecer do que me julgar certo por uma saia de marca e um estilo musical repugnante.
# Rabiscado por Becca Isnard # às 1:02 AM # __ Comentários: __

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